A redução do tributo entrou em vigor em janeiro, quando a economia começou a sentir os efeitos da crise financeira internacional. Em março, ela foi prorrogada para junho e em junho, novamente renovada pelo governo federal. Estima-se que o governo deixou de arrecadar R$ 1,75 bilhão com a medida.
O objetivo da redução do IPI foi estimular o consumo e garantir o emprego no setor automobilístico, que estava entre os mais afetados pela crise econômica mundial.
O imposto foi diminuído para também para a venda de caminhões, eletrodomésticos e materiais de construção.
A partir do dia 1º de outubro, quem for comprar um carro zero quilômetros de 1.000 cilindradas movidos a gasolina ou flex volta a pagar 1,5% de IPI. O tributo sobe para 8% para os veículos a gasolina de 1.000 a 2.000 cilindradas e de 6,5% no caso dos carros flex ou movidos apenas a álcool. Os caminhões, reboques e semirreboques seguem com IPI zero até o final do ano.