Hemerson Pereira chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. (Foto: Reprodução/Facebook)
“Eu gostaria que houvesse justiça. Essas pessoas não podem ficar impunes”, disse Antonia Pereira, que há 8 anos está em Lisboa. “Eu escutei meu primo e mais um rapaz discutindo e eu escutei esse rapaz falando que ‘o que você esta falando aí o brasileiro?’, contou o jovem. Ao perceber a confusão, André Pereira saiu em defesa do primo. As agressões, contou, começaram assim que deixaram a boate Kapital. Um grupo já os esperava em frente ao estabelecimento. Os brasileiros entraram em luta corporal e durante o tumulto, Hemerson caiu. “Aí chegou duas raparigas, uma com uma garrafa na mão e a outra com uma pedra dentro de uma meia calça e agrediram”, relatou o primo, que conseguiu fugir e só soube do assassinato no início da manhã. Segundo informações de familiares, ainda dentro da boate, Hemerson havia sido acusado de ter assediado uma mulher que se identificou como funcionária da casa, mas a versão foi negada pelo primo da vítima e pela própria administração da boate Kapital. Seguranças do local afirmam que não perceberam qualquer movimentação anormal dentro do espaço