Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

NOTÍCIA
Ativa 94 - COMO VIAJAR NO FIM DO ANO SEM ESTOURAR O BOLSO
Economia / Geral

15/11/2011 - 7h01
Como viajar no fim do ano sem estourar o bolso

O fim do ano está chegando e, com ele, as tão esperadas férias. Se você já comprou o seu pacote ou já pagou tudo para viajar e só aguarda para fazer as malas, esta reportagem não é para você. Faltando pouco menos de dois meses para o período de festas, quem não sabe o que vai fazer  vai pagar mais caro nesta altura do campeonato.

O R7 ouviu especialistas em finanças pessoais e agências de viagens e todos são unânimes em dizer que, na hora de viajar, não importa para onde, com quem ou quando, o ideal é se antecipar. O planejamento é a melhor ferramenta para economizar dinheiro e evitar transtornos.

O consultor de finanças pessoais André Massaro, da Money Fit, afirma que a partir de outubro e do começo de novembro, o turismo entra em alta temporada (e acontece o mesmo na época de julho), que é quando as pessoas costumam tirar férias e viajar mais. Por causa disso, a procura aumenta e os preços sobem.

- Alta temporada é a hora que as empresas e trabalhadores do segmento de turismo vão aproveitar o efeito econômico de quando a demanda fica maior que a oferta para tirar proveito. É difícil negociar preço nessa época e o tempo está contra você, porque quanto mais próximo da data da viagem, mais caro fica.

Luciana Fioroni, gerente de vendas da agência de turismo CVC, afirma que não é aconselhável fazer a programação da viagem em cima da hora. Isso porque tem muitas coisas que têm que ser levadas em conta antes de fechar o zíper da mala: passagem, hospedagem, roteiro de passeio, documentação, cuidados com a saúde e a reserva para gastos no destino.

E o maior problema é acabar faltando uma dessas coisas.

- As melhores oportunidades sempre acabam antes. Em cima da hora, você corre o risco de não encontrar o produto que quer, e se achar, não terá o valor visto antes. Um bilhete de avião para Buenos Aires [Argentina] para daqui 15 dias sai, hoje, por US$ 1.200. Comprado um ano atrás, sairia por US$ 400.

Passeio ou descanso

Luciana diz que vende pacotes de viagem com até um ano de antecipação. Massaro defende que o planejamento ideal deve ter um prazo parecido com esse, porque dá para escolher até a época na qual vai viajar – se vai ser na alta temporada, com preços maiores e grande movimento de pessoas, ou na baixa, quando as coisas são mais em conta e o sossego é maior.

- A primeiríssima coisa que alguém deve fazer é definir qual o objetivo da viagem. Costumo separar em duas categorias: de passeio e de descanso. Quando você vai para um lugar para fazer um monte de coisa, não precisa contratar um hotel cinco estrelas porque o que você precisa é um lugar para dormir e deixar as roupas. Quem vai com o objetivo de relaxar, precisa investir na estrutura mais cara, mas não vai precisar de tantos passeios. Tendo em mente o objetivo, já ajuda a gastar melhor.

Para quem vai para fora do país, não pode deixar tudo para a última hora porque alguns destinos pedem passaporte – e quem não tem, precisa de tempo para tirar, e o documento também custa. Há países, como os Estados Unidos, que exigem visto para deixar os brasileiros desembarcarem.

Compras no exterior

Trocar o dinheiro pela moeda local ou carregar um cartão pré-pago são estratégias vantajosas quando feitas antecipadamente. A orientação é a de que o turista tenha em mente o valor extao de quanto será gasto lá fora.

Para economizar, é preciso que o viajante conheça as novas alíquotas do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) incidentes sobre cada compra no exterior.

Quem decidir levar dinheiro para destinos internacionais por meio dos cartões pré-pagos, disponibilizados pelos bancos, vai economizar 6% de IOF.

Enquanto as compras realizadas em um cartão convencional internacional são taxadas em 6,38%, quem usar o cartão pré-pago só pagará 0,38% sobre cada transação.

A mesma alíquota é cobrada quando a compra é paga por meio de cartões de débito convencionais, traveller checks ou dinheiro.

Os especialistas são unânimes em dizer para evitar a moeda em espécie. Vale a dica: dinheiro vivo, só para um café no aeroporto e o táxi até o hotel, se for o caso.

Nesse sentido, também vale planejar o que vai trazer na bagagem de volta e levar o dinheiro exato. Isso evita o descontrole por causa da quantidade de itens disponíveis, permite um gasto consciente nas compras e minimiza os problemas das contas do começo do ano, como explica o consultor em finanças.

- Como o começo do ano é uma época com muito imposto e pode fazer começar o ano errado. E começar errado é quase certeza que vai terminar no vermelho.

Pacote ou livre?

Em cima da hora, é difícil até decidir se um passeio local vai sair caro ou barato. Com o planejamento, dá para medir a “margem de segurança” para comprar o sorvete do filho, o lanche fora de casa, uma roupa extra ou qualquer outra lembrancinha sem estourar o orçamento.

viagem-arte-20111111

É importante estabelecer um limite para esses gastos e, mais do que isso, saber se o destino escolhido é compatível com a sua renda – ou com o que você pode gastar. Isso significa que dá para ir para a Argentina gastando menos do que para o Nordeste brasileiro – e sem colocar a diferença do câmbio na jogada. Um valor confortável é algo perto de 20% do total da viagem.

Outra dica importante é ficar de olho nos pacotes fechados de empresas de turismo. Cada um deve ser avaliado com cuidado, porque podem ficar mais caros do que uma viagem avulsa no caso de quem não pretende desfrutar dos benefícios e se limitar aos horários de passeios definidos pela agência.

Há empresas que cobram estadias em hotel com todas as refeições inclusas (pacote all-inclusive), o que, apesar de ser mais caro na hora de fechar o pacote, vai trazer um bom retorno porque evita custo com comida fora.

E se você não sabe ainda se vale parcelar a viagem ou pagar à vista, saiba que, perto da data da viagem, tudo vai sair mais caro, mesmo que parcelado. Comprar antecipadamente permite conseguir tarifas promocionais e preços mais bacanas. Massaro diz que o parcelamento, mesmo que caiba no bolso, pode ser um tiro pela culatra.

- Quando você compra um, objeto parcelado, uma televisão, por exemplo, você fica pagando aquilo por meses e desfruta daquilo. O parcelamento vale porque dá tranquilidade. No caso de hotéis e passeios, que são serviços em geral, a gente usa, tem o prazer nos dias da viagem e um pouco depois e fica pagando por meses.


 



Fonte: R7

Postado por:Toninho Carlos
PEÇA SUA MÚSICA
Nome
Cidade
Músíca
Para
Comentários



NEWSLETTER
  Receba em seu e-mail nosso   informativo.

Nome
Email
Cadastrar
Remover



PUBLICIDADE
GRUPO MEDEIROS

Grupo
Independência Am Independência Fm Karánda FM Pantanal Fm